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   Artigos selecionados por Pedro Porfírio   

Liberdade, Paz e Justiça

A liberdade é a irmã mais velha da paz. As duas são filhas da justiça. Mas como promover a liberdade, a paz e a justiça? Sem liberdade, não há paz. E sem paz, não há justiça.
A todo momento é apregoado que vivemos numa sociedade livre. Será que esta liberdade existe de fato?
A Constituição diz, em seu preâmbulo, que vivemos em “um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos”.

Clique aqui e leia a reflexão do advogado Jorge Rubem Folena de Oliveira (foto),  da Academia Internacional de Jurisprudência e Direito Comparado e do Instituto dos Advogados Brasileiros.
 

Canto de guerra e dor.

Gaza Sobreviverá

"O povo da Palestina também resiste e sobrevive e continua a lutar e sua causa continua a receber a simpatia dos de baixo. Sobreviverão muitas crianças, meninos e meninas de Gaza. Crescerão e, com eles, crescerá a força, a indignação, a digna raiva. Muitos serão soldados ou guerrilheiros ou milicianos de algum dos grupos que lutam na Palestina.".
CLIQUE E LEIA artigo do

Subcomandante MARCOS, da serra de Chiapas.

Será?

As notícias sobre esta crise financeira e econômica são tantas e contraditórias que às vezes nos questionamos se em toda esta loucura não se esconde coisa pior…

 CLIQUE AQUI  e leia artigo de Artur Rosa Pereira, enviado de Ponta Delgada, Portugal.

Caixa postal de Pedro Porfírio                       Caixa postal do Palanque Livre

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As Células da Intolerância

Num episódio tão lamentável como esse, em que se pretende tratar salvação de vidas e curas de doenças com o olhar intransigente da religião, o que se vê é um silêncio sepulcral, como se fosse perigoso discordar do que o Papa não gosta.
É uma pena porque tal intolerância e tal terror um dia cairão em desuso, como aconteceu com tantos outros dogmas. Só que para alguns será tarde demais.

LEIA MAIS:

Células-tronco: o que são e para que servem

Os interesses da droga à sombra da ação no Equador

Permita que eu meta minha colher nessa sopa de letrinhas que envolve meio mundo na fronteira colombiana. Espero que possa oferecer algumas informações colhidas nas mais diversas fontes, inclusive o intelligence report from U.S. Defense Intelligence Agency (DIA) officials in Colombia, de 1991, cujo teor é hoje conhecido e, por sinal, muito atual.E se passei noites inteiras na busca de explicações mais plausíveis para a crise que levou o Exército colombiano a invadir território do Equador, é porque, infelizmente, estamos nos habituando cada vez mais às informações empacotadas por fontes que têm interesses nos eventos.

Clique sobre o mapa e veja: Medelín e Cáli, sedes dos grandes cartéis das drogas estão à distância das áreas de fronteira dominadas pelas FARC e ficam livres enquanto a "repressão ao narcotráfico" se faz apenas contra a guerrilha

Eleito deputado por Medelin em 1982, com o apoio de Uribe e muito dinheiro usado na construção de casas para vítimas de uma enchente, o megatraficante PABLO ESCOBAR posa com seu filho Juan Pablo diante da Casa Branca, em 1982

À direta, documento do Serviço de Inteligência do Ministério da Defesa dos EUA, de 1991, aponta ligações íntimas de Álvaro Uribe com o Cartel de Medelin, comandado pelo megatraficante Pablo Escobar

Em 1991, graças ao empenho do então senador Álvaro uribe, a nova Constituição foi promulgada com o artigo que proíbe a extradição de colombianos, conforme acordo com o narcotráfico.

Álvaro Uribe Vélez - um político e senador colombiano se dedicou à colaboração com o cartel de Medellin em níveis elevados de governo. Ele foi ligado a um negócio envolvido em atividades do narcotráfico nos Estados Unidos, trabalhou para o cartel de Medellin e é um amigo pessoal próximo de Pablo Escobar Gaviria”.
Relatório da U.S. Defense Intelligence Agency, de 1991 (Página 82 ), transcrito por Joseph Contreras e Steven Ambrus na edição de 9 de agosto de 2004 da revista norte-americana Newsweek .

CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

 

Uma ação sob encomenda

Entenda o que está por trás da invasão do Equador pelo exército colombiano, liderado pelos norte-americanos, que matou mais de vinte pessoas entre elas o porta-voz das Farc que negociava a libertação de reféns.

 

Olhai os homens do campo

Na noite da sexta-feira passada atravessei a ponte e subi a serra para descer em Araruama,onde fui assistir à formação da primeira turma do Sudeste de alunos da Escola de Líderes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura.
Eram 30 alunos, que passaram por três módulos. Num deles, em Vila Velha, no Espírito Santo, fui um dos expositores falando da história do movimento camponês, ao qual estive ligado nos meus vinte anos.

Leia Um drama social que vi com meus próprios olhos

Holocausto dos palestinos: uma “vingança” inacreditável

"Quanto mais os ataques com foguetes se intensificarem, maior será o holocausto, porque usaremos o que for necessário para nos defendermos".
Matan Vilnai, vice-ministro da Defesa de Israel


Quem diria? “HOLOCAUSTO”, uma palavra que traz as mais dramáticas lembranças para os judeus, entra no dicionário do governo de Israel para identificar um sentimento de vingança inaudito, inacreditável, impensável.
O “holocausto” dos palestinos de Gaza aconteceu a uma temperatura de 13 graus, neste sábado frio, primeiro de março de 2008. E ainda vai continuar, em desenfreados bombardeios sobre uma das regiões mais densamente povoadas do mundo -1 milhão 428 mil 757 habitantes para 360 Km2.
Não foi uma vingança só contra os palestinos. Foi um disparo sobre o coração de todo o mundo e, o que é mais patético, sobre a própria tradição judaica.
Os kosher (ortodoxos) não admitem sequer acender uma luz no sábado, dia sagrado, no qual o mínimo esforço deve ser evitado, até mesmo chamar o elevador.CLIQUE E LEIA

MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 3 DE MARÇO DE 2008

Em julho de 2002, eu e u vereador Rubens Andrade conhecemos na bíblica Jericó  o ministro Seab Erekat, um fervoroso defensor de uma solução negociada para o conflito da Palestina. A ele, transmitimos nosso conforto a Yasser Arafat, que estava prisioneiro em seu próprio gabinete da Autoridade Nacional Palestina, sitiado por tanques israelenses em Ramalah. Estávamos lá, sob fogo cruzado, para entregar a Medalha Pedro Ernesto, conferida pela Câmara do Rio de Janeiro ao falecido líder do povo palestino.

Uma profunda tristeza  cortou meu coração valente

Por que você fez isso, Fernanda?

 

Clique na foto. Veja "que horror".

 E pensar que nós nos amávamos tanto

De inicio, eu não acreditei. Nem podia acreditar. A corrosão do caráter está em alta nesta sociedade competitiva, em que todos são rivais de todos, em que renegar o ontem virou rotina, num ambiente tétrico do salve-se quem puder.
Não acreditei porque há pessoas que se fizeram por seus próprios méritos, cresceram, ganharam a admiração geral, tornaram-se exemplos para todos.
Essas pessoas não têm direito de destruir o respeito cultivado através de décadas, o carinho, a admiração, enfim, elas deixam de pertencer a si para se tornarem partes de todos nós, como se parentes próximas fossem.
Estou querendo falar de uma pessoa com quem convivi nos piores momentos de minha vida, que foi digna, solidária, amiga, corajosa. Porque, nesses piores momentos, quando eu estava proscrito, socorreu-me o apoio de pessoas como Sandra Cavalcanti e Paulo Vial Corrêa, de pensamentos políticos bem diferentes do meu. CLIQUE E LEIA
 

Por que não choram a

execução de uma criança na favela?

No dia 10 de janeiro de 2008, numa desastrada incursão policial na favela do Jacarezinho,  o menino Wesley Damião da Silva, de 3 anos, foi fulminado por três balas de fuzil. A notícia não teve grande repercussão, porque ele era apenas mais um favela morto, num dia em que a PM executou 7 jovens daquela comunidade.

Diante dessa violência indefensável, algumas estrelas da mídia e primatas políticos ainda aplaudem e condecoram os policiais, insuflando a opinião pública na idéia de que essas matanças, que somaram1186 vítimas de balas policiais, de janeiro a novembro de 2007, podem até  aumentar o clima de tensão, mas, pelo menos, estão transformando  num inferno a vida de um milhão e meio de favelados, o que pode ser uma boa compensação psicológica para os assustados moradores do asfalto.

Em outras palavras: as mortes e os sustos no perímetro urbano estão sendo punidos com as execuções nas  favelas como o Jacarezinho. Inclusive de crianças, como o menino da Rua Esperança. CLIQUE E LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 18.01.2008

O menino Wesley Damião, atingido por três balas de fuzil numa desastrada operação policial das tropas de elite, ante o silêncio de uma sociedade hipócrita e os aplausos de uma mídia boçal, que apóia a política de extermínio, responsável por mais de 1200 vítimas fatais de balas disparadas pela polícia   em 2007.

O PDT e a violência policial no Rio


MINHA COLUNA NO JORNAL POVO DO RIO DE 16 DE JANEIRO DE 2008

 

O PDT do Rio de Janeiro pode surpreender se não perder o rumo trazido por seu líder, que ainda vive no inconsciente coletivo. Mas poderá perder duplamente se, seduzido pelo canto da sereia, adotar uma candidatumajoritária que não fale a linguagem de Brizola, cuja essência é a opção pelos pobres e a defesa da dignidade de todos.

 

O assassinato de Jango e

 a conspiração impune

 todos os homens de bem deste País, independente de simpatias ou antipatias pessoais e políticas, devem APOIO TOTAL, AMPLO E IRRESTRITO à família do ex-presidente João Goulart, em sua jornada insone para provar dois fatos que hoje são absolutamente inegáveis: o golpe de 64 foi financiado, monitorado, acompanhado de perto diretamente pelo governo dos Estados Unidos, e o ex-presidente João Goulart foi assassinado (6 de dezembro de 1976), num espaço de 9 meses, em que também morreram o presidente Juscelino Kubitschek (22 de agosto de 1976) e o ex-governador Carlos Lacerda (21 de maio de 1977). CLIQUE E LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 14.01.2008.

O milagre da água e um 

novo olhar sobre a favela

Um banho de alegria, com a abertura das torneiras de água para 70 mil moradores do Jacarezinho.

Porfírio fala, ouvido pelo ministro das Cidades, Márcio Fortes, o vice-governador Pezão, o presidente da CEDAE, Wagner Victer, os deputados Fernando William e Chiquinho da Mangueira e o presidente da Associação de Moradores, Vado.

 

Com o grupo de idosos que dá assistência há  há mais de dez anos.

Embora estejamos diante de um data extremamente importante – o reinício dos trabalhos do poder judiciário –  e sabendo que  há uma luz no fim do túnel em relação ao esbulho de que fui vítima com a suspensão do meu mandato por medida liminar,  gostaria de falar hoje sobre uma grande vitória que conquistamos,  graças à nossa  insistência e perseverança.Neste dia 8 de janeiro, a CEDAE ligou sua rede a um castelo d’água construído pela Prefeitura, com capacidade para 1 milhão de litros, beneficiando os 70 mil moradores da comunidade proletária do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A sucessão municipal e o

 legado de Brizola

Um fantasma assombra  o PDT do Rio de Janeiro, o fantasma da dúvida atroz. Decorrido mais de um quarto de século desde a sua fundação, como continuador legítimo do trabalhismo de Getúlio Vargas, o partido chega às portas das eleições municipais vivendo o mais difícil dos seus dilemas: SER OU NÃO SER fiel depositário dos sonhos sociais e transformadores de Leonel Brizola e sentinela das conquistas trabalhistas, tarefa a que se entrega Carlos Lupi, no Ministério do Trabalho, para o desconforto dos que querem ver o povo de tanga. CLIQUE AQUI E LEIA.

 

A decepção do filho, que deu

adeus ao curso de direito

Cassado por liminar, nada mais perverso e anti-democrático

No meu caso, não há precedentes. O que seria matéria da Justiça Eleitoral, como se pronunciou originalmente a juíza Vanessa Cavalieri, da 6ª Vara da Fazenda Pública, foi para o âmbito da Justiça Comum, que sequer considerou a decisão do Plenário do TRE do Estado do Rio, aprovada por 4 votos a 1 em janeiro deste ano, reafirmando o fórum para eventual renúncia de um parlamentar: ela deve ser formulada do próprio punho perante a Casa Legislativa, como consta em todas as constituições.

Quando meu filho de 19 anos me comunicou a decisão de abandonar o curso de Direito, ao concluir o primeiro período, uma serena tristeza invadiu-me a alma, entrecortada por um melancólico sentimento de culpa.
A notícia me foi dada já no crepúsculo do dia. Escurecia e não havia uma única estrela no céu. Antes, nuvens carregadas aproximavam-se do maciço da Tijuca, alvo instintivo do meu olhar. Logo em seguida, como soe acontecer aqui no sopé da serra dos Três Rios, a luz se foi e ficamos às escuras.O mais grave em tudo isso é a crença de que pode ter influenciado no seu sacrifício juvenil, ainda que inconscientemente, a sucessão de absurdos e iniqüidades que permeiam a grotesca intervenção de magistrados da Justiça Comum ( e não a Eleitoral) ao decidirem sobre a expropriação do mandato que me foi conferido pelo povo.
Meu filho disse simplesmente que não se viu motivado para a advocacia, até porque ganhar dinheiro não é sua prioridade de vida. Ele também se convenceu que erramos quando abrimos mão de um vestibular numa faculdade pública por um certo escrúpulo, considerando que podemos pagar uma particular e muitos que não podem pagar são alijadas de ambas. Essa reflexão ele passou a fazer depois da divulgação dos exames da OAB-RJ.
Mas, vivenciando esse histórico perverso e inexplicável, onde constituições, leis, códigos e direitos elementares são atropelados em sede liminar pelo duvidosa ilação da “fumaça do bom direito”, não me surpreenderá se tais violações, infectadas da mais horripilante hipocrisia, tenham inoculado nos recônditos do seu cérebro as náuseas que sua primeira experiência universitária lhe causaram.
Sabendo de minha própria história e dos seus irmãos mais velhos – sacrificados e humilhados quando permaneci dois anos nos cárceres da ditadura, mas vitoriosos e senhores dos seus destinos – ele não vai se abater, é claro. Ainda está em tempo de buscar aquilo em que possa acreditar para prover seu sustento com o mínimo de prazer e dignidade. CLIQUE E LEIA  O DEPOIMENTO DE PEDRO PORFÍRIO

 

Atirando no ministro para alvejar os direitos trabalhistas

A verdade é que o ministro Carlos Lupi (na foto com Pedro Porfírio e o presidente da Associação da favela do Jacarezinho), objeto do ultimato sem qualquer fundamento jurídico, começa a desapontar aos que apostavam que ele não teria como sobreviver, postando-se na defesa da legislação trabalhista, ante o cerco astucioso de alguns influentes, próximos e poderosos interessados em remover históricas conquistas sociais. LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO.

 

A vitória da derrota no “empate técnico”

Empolgado com uma sucessão de nove vitórias em 8 anos, Chávez se sentiu á vontade para propor medidas explosivas, como o fim da “autonomia” do Banco Central, a semana de 36 horas de trabalho, a incorporação dos informais ao regime previdenciário, o voto a partir dos 16 anos e mudanças educacionais que garantiriam o acesso prioritário dos pobres à Universidade Pública gratuita, como já acontece na Universidade Simon Bolívar, que criou onde antes funcionava o luxuoso edifício da PDVSA, a estatal de petróleo.
Isso tudo foi embarreirado pelo “não”, que, por conta da escassa maioria, terá um peso muito pequeno no destino do presidente, com mais cinco anos de mandato, e uma primeira topada, o que certamente o levará a uma autocrítica em condições favoráveis, como já mencionou, e a uma compreensão de que num regime democrático, pelo qual demonstrou respeito, apesar do estigma de “ditador”, ninguém é invencível. De onde concluo, por hoje, que ele acabou sendo o grande vitorioso numa derrota que expõe um verdadeiro “empate técnico”. Pelo menos, vai ser mais complicado chamar de ditador alguém que assimila o resultado adverso de um pleito.
LEIA ARTIGOS DE PEDRO PORFÍRIO SOBRE O REFERENDO DA VENEZUELA.

O ex-líder da guerrilha venezuelana, Douglas Bravo, que recebeu Pedro Porfírio na véspera das eleições de 2006, manteve-se irredutível no seu confronto com Chávez, com quem conspirou até 1991, mesmo sabendo que estava subindo no palanque da direita, ao lado dos aliados do imperialismo norte-americano, e mobilizou simpatizantes para votar no "não".


LEIA MAIS SOBRE A VENEZUELA E A NOSSA MÍDIA
 

Quando a semântica manipula

o jogo do poder

A guerra semântica de hoje  leva a mesma máquina de fabricar idiotas a taxar de ditador o presidente Hugo Chávez, um líder eleito e reeleito pelo povo, cujas mudanças constitucionais – ao contrário das nossas – são submetidas a referendos com imprensa livre, em sua grande maioria hostil a ele. E lá as urnas eletrônicas são auditáveis, ao contrário das nossas, porque o voto também é impresso, como queria Brizola.

 

A América Latina somos nós

 

Se países como o Brasil se desvencilharem da tutela dos grandes grupos internacionais e assumirem com ações concretas um projeto de integração e parceria leal com seus vizinhos, teremos uma nova potência - a América Latina.

Crise do gás: vamos falar a verdade!

 Toda essa celeuma sobre o gás natural é uma grande pasmaceira que tem de tudo: má fé, incompetência, irresponsabilidades, manipulação de informações, jogo de interesses e, sobretudo, desrespeito aos direitos elementares dos cidadãos. Isso sem falar no mais sofisticado: a tentativa de convencer os brasileiros que precisamos ir á guerra contra a Bolívia. CLIQUE AQUI E LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

Por que a

verdade dói e

está fora de moda

Houve um tempo em que uma pitada de verdade não fazia mal a ninguém. Hoje faz.  Do jeito que a banda toca você não pode ousar falar nem uma meia verdade.  Nem um tiquinho, nada que  possa ameaçar o circo da mentira que se instalou em nosso torrão. CLIQUE E LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA

O seqüestro do raciocínio e o apagão da inteligência

Nos dias de hoje, nada me assusta, deprime e revolta tanto como o seqüestro do raciocínio. Nada é mais danoso e demolidor. Nada causa tantos males à espécie humana.

Não. Eu não estou falando da corrupção da consciência. Nem da corrosão do caráter. Nem da desfiguração do sentimento. Não me refiro à extinção dos valores morais, éticos e religiosos que um dia pesaram nas atitudes.

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As trapaças e a reação de cada um de nós

O que nos une - a mim e a você – é o sentimento de revolta diante dessa rotina cínica de trapaças explícitas e impunes. Isso basta. Não podemos nos dividir, tentando puxar brasa para nossas antigas paixões, nossas idiossincrasias e nossas visões ideológicas.CLIQUE E LEIA

Globalização de mãos sujas

O desbaratamento pela nossa Polícia Federal e pela Receita de um sofisticado esquema de fraudes, contrabando e corrupção envolvendo uma das gigantes norte-americanas de informática mostra os riscos a que estamos expostos nessa febre de importação que tantos danos tem causado ao povo brasileiro, em nome da "globalização inevitável. Para mim, essa trama tem a ver com as mágicas que levam ao fechamento de fábricas no Brasil, onde a mão-de-obra é pessimamente remunerada, e até mesmo à conspiração que pôs no chão a nossa mais tradicional companhia aérea. CLIQUE E LEIA

Que bom que somos tantos os indignados

Em nenhum momento, pretendi mais do que externar o que vinha ao mesmo tempo do meu cérebro e do meu coração. Mas a constatação de que uma perigosa anemia mental alastra-se como uma epidemia que desfigura e amesquinha as personalidades teve o efeito de um choque, ao ponto de receber a seguinte mensagem: " Nunca nos tempos atuais li um texto tão correto, tão verdadeiro e por isso mesmo, infelizmente, tão triste". CLIQUE E LEIA

Audiência pública sobre anistia na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, presidida pelo vereador Pedro Porfírio, com a presença do presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

 

Uma anistia de verdade para remover o lixo autoritário

Não tenho a menor dúvida: por mais que o processo de anistia, no seu sentido lato, seja condição essencial do restabelecimento do estado de direito, a sua plena execução é o maior desafio de nossos dias.  Sob os mais variados pretextos, as resistências ao reconhecimento devido às vítimas dos anos de exceção, casuísmos arbitrários e perseguições infernais ainda permanecem instaladas em trincheiras invisíveis e podem tornar o exercício da reparação um ato de heroísmo dos encarregados institucionais dessa missão. LEIA MINHAS COLUNAS NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

A ditadura e o tratamento dos  militares subalternos

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Ministro na favela, execuções e “apartheid social”

Ministro do Trabalho no Jacarezinho: à vontade e recebido com carinho pela comunidade.

No sábado, dia 20, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, percorreu a mesma comunidade, em minha companhia, sem nenhum tipo de segurança policial. Passou de 11 às 14 horas ali, assistiu a um documentário sobre as ruínas do parque industrial do Jacaré, viu a Casa da Paz abandonada e ouviu reivindicações  da Associação dos Moradores, do movimento “Jacarezinho quer paz”  e de pastores evangélicos.  Foi a primeira vez em 75 anos que um ministro do Trabalho visitou aquele parque proletário. Isso, praticamente toda a mídia desconheceu, com exceção  da Redetv, do jornal “Povo do Rio” e da “Folha”  e do “Estado de São Paulo”. CLIQUE E LEIA.

 

O fechamento dafábrica da GE no     jogo sujo da globalização

     O anúncio de que a GE desativará sua fábrica de lâmpadas em Maria da Graça, Zona Norte do Rio de Janeiro, já no início de 2008, é um dos maiores desafios para todos os governos – federal, estadual e municipal - e reflete tão somente a perigosa submissão do Brasil a uma  globalização em que só temos a perder.CLIQUE E LEIA.

Apertem o cinto: os nossos

pilotos estão sumindo

Se era isso o que queriam, estão conseguindo: nossos pilotos estão sumindo.  Falo do plantel mais experiente e mais treinado da aviação comercial brasileira, os formados e provados na mais tradicional companhia de nossa história – a Varig, Varig, Varig. CLIQUE E LEIA

Ainda há Justiça: eu que o diga

A partir de agora, no entanto, com a decisão cristalina da juíza  Jacqueline Montenegro, sinto-me mais à vontade, em razão do que estou imensamente grato aos advogados Siqueira Castro, Alexandre Wider, Adriana Zamponi e Vânia Aieta.  Eles se empenharam em minha defesa tão somente por acreditarem no meu direito. Nada me custaram, a não ser o compromisso da coerência em relação ao meu passado e ao respeito devido ao que lhes levou ao gesto solidário. CLIQUE E LEIA

Primeira avaliação sobre o

PDT no governo Lula

Pelo que pude perceber, o esforço gigantesco de Carlos Lupi (foto) para dar um novo impulso no Ministério do Trabalho não encontra ressonância no conjunto do governo. Esta pasta, aliás, mais parece “caveira de burro”.Nessas horas, é preciso contar com a intuição que foi marca de Brizola e a análise científica que monitorem uma postura coerente e pragmática. Tentar sobreviver só com o ônus do poder é mais do que temerário: beira ao suicídio político.

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As mesmas práticas, a mesma hipocrisia

O governo do presidente Luiz Inácio se mantém fragilizado na sua rendição incondicional a um jogo político menor, sob o império da mistificação, que não consegue encobrir suas práticas de um primarismo catastrófico. CLIQUE E LEIA

O resgate que vale a nossa soberania

Poucos desmandos geraram tanta indignação como a indefensável privatização da Companhia Vale do Rio Doce, uma afronta que expõe as vísceras da corrupção, do favorecimento, do desprezo pela soberania nacional, pelo meio ambiente e de tudo o mais de ruim e danoso que se possa imaginar.

Tudo que aconteceu naquele obscuro 1997 tem as manchas da mais acintosa imoralidade. Nada  mais indecente aconteceu depois daquele leilão que entregou nossas riquezas de mãos beijadas e a preço de banana: R$ 3,3 bilhões para um patrimônio real de R$ 92 bilhões. Aquele preço representa hoje o lucro de 3 meses da companhia: só em 2005, esse lucro somou R$ 12,5 bilhões. CLIQUE E LEIA

Um festa para crianças do "primário"

Um país cuja economia está sujeita aos humores do "mercado" e que não detém a posse e controle de suas riquezas naturais não se pode considerar independente. Daí a impropriedade da festa de hoje, um evento simbólico para as crianças do curso primário. CLIQUE E LEIA.

O direito à verdade sobre

os crimes da ditadura

Duas colunas   sobre o livro que fala dos mortos e desaparecidos durante a ditadura. Na sexta-feira, dia 31 de agosto, eu achava que os militares reagiriam com naturalidade, por entender que o perfil dos oficiais mudou.  Depois da nota do comandante do Exército, quem mudou de opinião fui eu.

À esquerda, Vladimir Herzog, jornalista que trabalhava na TV Cultura e foi "suicidado" nos porões do DOI-CODI, em São Paulo. À esquerda, o presidente Lula, no lançamento do livro "Direito à Memória e à Verdade".

A Justiça e os sonhos de

 um estudante de Direito

A mim, importa saber o que o decidirão os dez ministros do STF sobre os 40 acusados no chamado caso do “mensalão”. Mas preocupa muito mais preservar a fé na Justiça, onde espero que meu filho, ainda envolto no mais belo dos sonhos, possa oferecer o melhor de seu caráter, de sua vocação inquieta e seu sentimento generoso. LEIA NO JORNAL ELETRÔNICO POR CORRESPONDÊNCIA

Pedro Ivo escolheu o Direito

 

Porque Getúlio e Brizola ainda vivem!

Não há como lembrar a morte do presidente Getúlio Vargas, sem falar do seu mais legítimo continuador. E não há como recordar o mundo que o grande estadista nos legou, apesar da orquestração reacionária, sem ligá-lo, por laços de sangue e de sonhos ao baluarte com quem convivemos até 2004.

Getúlio Vargas hoje está mais vivo do que nunca. Como Brizola. E como todos os que doaram suas vidas à causa de um Brasil realmente livre, justo e próspero. LEIA COLUNA DE PORFÍRIO NA TRIBUNA.

 

Anistia como selo do regime de direito

Falo pelos milhares de brasileiros que sofreram as mais diversas e mais perversas perseguições, que lhes acarretaram a morte brutal, o “desaparecimento”, a forja de “suicídios”, o banimento, o exílio, o desemprego forçado, o isolamento, a vida na clandestinidade, a destruição de suas carreiras e de seus sonhos, a fome, a miséria, as crises familiares e mais um rosário de humilhações. LEIA COLUNA DO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

Porfírio  e Lupi  avaliam posição em defesa dos trabalhadores da Varig e do Aerus.

 

O vereador Pedro Porfírio esteve outra vez ao ministro Carlos Lupi, em audiência no Ministério do Trabalho, em Brasília, quando voltou a conversar sobre a situação da Varig, Aerus e do seu pessoal.

Leia mais sobre a ADIN do PDT  contra a Lei de "recuperação das empresas"

Os movimentos de mulheres foram à Câmara dar todo apoio ao ministro da Saúde, por sua corajosa política em defesa dos direitos reprodutivos

Por um ministério da saúde e não das doenças

Convenhamos: já estava na hora do Ministério da Saúde deixar de ser Ministério das Doenças. Nesse país em que não se escreve o que se fala, ou se escreve por linhas tortas, um choque frontal na questão da saúde pública era o mínimo que se impunha diante da calamidade numa área em que tudo está com sinais trocados, acarretando uma septicemia social.

CLIQUE AQUI E LEIA A COLUNA DO PORFÍRIO NA TRIBUNA.

 

Minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 6 de agosto de 2007

Apesar de tudo, "Fora Lula"

hoje, nem pensar!

Menos. Com a autoridade de quem primeiro viu e primeiro denunciou o “cavalo de pau” do governo petista, declaro para todos os fins que esse discurso de “Fora Lula” é hoje obra da irresponsabilidade, da demência e do rancor de quem não está nem aí para a sorte do povo brasileiro. CLIQUE E LEIA NO JORNAL ELETRÔNICO.

CAIXAS PRETAS E MÉTODOS

 PRIMÁRIOS DE GOVERNO

Não há sinais de que esse governo que obteve os votos de 63 milhões de brasileiros tenha se dado conta do pântano em que pode se afundar. Neste exato momento, como todos vimos, dá curso a uma arriscada assimilação da insensatez mesquinha, segundo a filosofia franciscana proclamada um dia pelo então deputado Roberto Cardoso Alves: é dando que se recebe.CLIQUE E LEIA

Poder e ambições como causas das tragédias

Em toda a história de nossas aéreas, as companhias sempre funcionaram como joguetes do poder, até porque dele dependiam nos financiamentos internacionais, nas compras de aeronaves e na obtenção de novos “slots” (licenças para pousos e decolagens).

 

 

 

 

 

 

Comandante Elnio Borges, base de comentário de Tereza Cruvinel sobre as raízes do caos aéreo e sobre a insegurança  nos vôos, hoje

E, no entanto, as nuvens

continuam carregadas

Se não fosse pelas vítimas fatais, pelo clima de consternação e dor que cortou o país como um raio flamejante, eu diria simplesmente: bem feito - o governo está colhendo o que plantou. Essa crise aérea, que está longe do fim, é a mais deprimente pantomima de uma ópera bufa, cujos atores leram o script, mas, por aprendizes de feiticeiros, renderam-se ao improviso de “cacos” de mau gosto. CLIQUE E LEIA

 

Há mais coisa no ar além dos

aviões de reversos travados

      

Milton Zuanazzi, diretor geral da ANAC, tem grande responsabilidade na crise aérea, que começou com o abandono da Varig, empresa modelo que se recusou a ser um ônibus que voa, devido ao alto nível do seu pessoal.

 Enquanto o governo  não refizer sua postura em relação a Varig, o país precisará de muitos anos para resgatar a normalidade. Esse pessoal da ANAC, a quem cabe a gestão dos transportes aéreos, já mostrou a que veio. Graças à sua desastrada gestão, chegamos onde chegamos e assistimos ao sacrifício da companhia aérea âncora, que manteve os melhores índices técnicos de operação, incluindo segurança de vôo, pontualidade e qualidade dos serviços e tinha os profissionais mais bem preparados e exigidos, recusando-se a transformar-se em ônibus que voam. Como conseqüência desse golpe, nossos pilotos sumiram e estamos hoje à mercê de duas empresas comadres, que só pensam no lucro fácil. CLIQUE E LEIA

 

Para além da tragédia de Congonhas

Toda discussão sobre o acidente desta terça-feira só aportará especulações dirigidas. Ninguém vai querer se responsabilizar por uma tragédia que chocou o país. Portanto, todos incriminam todos: só falta aparecer alguém para culpar as rádios “piratas”, que entrariam na história como o mordomo nos romances de Agatha Christie.

Leia minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 20 de julho de 2007

O recado das vaias

Não há como tapar o Sol com a peneira: as vaias ao presidente Lula no Maracanã, respeitadas suas características peculiares, podem ser entendidas como uma ampla pesquisa de opinião, com a vantagem de ter sido pública, aberta, espontânea e à prova de manipulação.

Não festejo a manifestação porque ficou muito chato o presidente da República ter decidido não formalizar a abertura dos jogos pan-americanos, como é da tradição, por conta do constrangimento que passou.

 LEIA COLUNA COMPLETA.

Varig e Aerus: o que falta

é vontade política

http://www.tribunadaimprensa.com.br/coluna.asp?coluna=porfirio

Leia minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 13 de julho de 2007

 

Por iniciativa do vereador Pedro Porfírio, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro concedeu a MEDALHA DO MÉRITO PAN-AMERICANO à delegação  de Cuba, pelo sucesso no da política governamental que dá prioridade aos esportes na formação de sua juventude.

LEIA E VEJA FOTOS

A nova maravilha do faz-de-conta nacional

Nesse clima de “vitória” da quantidade sobre a qualidade, isto é, nesse despropositado critério de avaliação, já não consigo conter minha indignação, tal a sensação que me domina, como se um grande mestre tivesse obtido seu diploma por ter  mais amigos na praça, de resto algo em sintonia com os dias de hoje, em que o país está a mercê de incompetentes medíocres e corruptos espertos. LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 9 DE JULHO DE 2007.

Foto da FOLHA DE SÃO PAULO

 

Quando fica difícil entender o que está acontecendo

Francamente, como enfatizaria o inesquecível Leonel Brizola, que tanta falta faz hoje em dia, eu devo estar caduco, apesar dos meus joviais 64 verões. Confesso que não estou entendendo patavinas de nada. LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 6 DE JULHO DE 2007

Uma conversa franca sobre tudo isso

Chegamos a tal ponto de decadência política e moral que me obrigo a buscar respostas mais profundas para entender toda essa encruzilhada em que nos encontramos com   o seu tácito consentimento.

LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 2 DE JULHO DE 2007

 

Saudades de Brizola, meu mestre

Há exatos três anos, no cair da tarde de uma segunda-feira, 21 de junho de 2004, o povo brasileiro perdia um dos seus maiores estadistas - Leonel de Moura Brizola.

Até hoje não consegui assimilar as circunstâncias em que ele morreu. Na noite de domingo, apesar de acamado, havia recebido em casa Garotinho e Moreira Franco, que foram propor uma aliança em torno do seu nome para a Prefeitura do Rio de Janeiro, nas eleições daquele ano.

No dia seguinte, como ele passou mal, foi levado para o Hospital São Lucas, que estava em obras.  Ao ser transferido para outro prédio, onde faria exames, morreu no elevador.  Nada mais imprevisível.

Hoje, a sensação do vazio que ele deixou é aterrorizante. Parece que Brizola se foi há uma década. Ou mais. E sua partida nos levou um dos últimos políticos de elevada estatura moral e inegável carinho pelo povo trabalhador, pelas crianças, pelos idosos.

Duas vezes governador do Estado do Rio de Janeiro, governador do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Leonel Brizola também foi uma das figuras mais injustiçadas da nossa vida pública. Quem tinha poder na mão – inclusive a mídia – tratou de destruí-lo.

E com isso, quem mais perdeu foi o povo brasileiro, ao qual ele dedicou os 82 anos de vida, insurgindo-se como coragem e desprendimento sempre que os interesses nacionais e os direitos dos trabalhadores eram ameaçados ou minados.

Desde aquele 21 de junho de 2004 eu me sinto como um verdadeiro órfão político. Acredito que muitos brasileiros têm a mesma sensação. Pior: temo que tão cedo não apareça

 

 alguém com a mesma visão e os mesmos sentimentos patrióticos e a mesma coerência, com o mesmo carisma e a mesma disposição de luta que marcou sua admirável biografia.

Isso é muito grave. Durante anos, Brizola povoou os sonhos dos brasileiros mais humildes, como uma esperança real, porque nunca, em momento algum, vacilou na defesa de suas idéias que tinham como referência o país soberano e justo que todos desejamos.

Lembrar o que ele representou durante 60 anos da história brasileira é tarefa que cumpro com os olhos cheios de lágrimas e muita saudade.

A partir de agora você receberá nossas colunas pelas pelo

Clamor pela paz em meio às execuções policiais

“O social parou, a educação parou, a economia parou. Só recebemos bala.”

Antonio Tibúrcio, presidente da Associação dos Moradores da Vila

Cruzeiro, na Penha.

Você não tem uma idéia do que está acontecendo nas comunidades pobres do Rio de Janeiro, irresponsavelmente CRIMINALIZADAS e envolvidas numa verdadeira guerra de guerrilhas por conta de uma política de segurança marcada pela incompetência e espírito de terra arrasada, resultado de um despreparo explícito do governador Sérgio Cabral FILHO e de todo o seu secretariado.  LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA

Idosos do Jacarezinho no Cristo; sonho de paz numa comunidade  massacrada pela ação policial.

Crianças do grupo de dança do Jacarezinho, antes da manifestação pela paz, com a participação de Pedro Porfírio. No dia seguinte, mais violência policial.

Voto em lista, uma proposta indecente

“Com o miserável VOTO DE LISTA, 120 milhões de brasileiros, terão que referendar essa escolha feita pela cúpula dos partidos, quase toda ela CORRUPTA e indefensável”.

Hélio Fernandes, TRIBUNA DA IMPRENSA, 13 de junho de 2007

LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA

 

A corrupção é intocável. O resto é simulação

  Circula na internet um e-mail bem humorado com um pedido pra lá de extravagante: “repassem até chegar ao Bin Laden”.  Na carta eletrônica apenas uma foto, a do Congresso Nacional, com uma faixa fincada em seu gramado: “Bin Laden, aqui tem mais duas torres”.

Cito essa brincadeira sem nenhuma pretensão. Ou melhor, apenas para mostrar a quantas nossa preclara classe política chegou na boca e nos computadores dos brasileiros.Leia mais.

A corrupção que a todos compromete
Ou o Brasil se une de verdade para dar um basta à corrupção, ou a corrupção inviabilizará o Brasil. Não estou exagerando, nem fazendo sensacionalismo. E vou logo dizendo: engana quem diz que ela só acontece no âmbito das relações com o poder público. Age de má fé quem tenta circunscrevê-la à atividade de Estado, aos políticos e ao Judiciário.

Enfim, um programa

de planejamento familiar

Enfim, foi dada a largada para um programa de planejamento familiar no país. Já não era sem tempo. Mas esse ainda é limitado, de alcance menor do que o necessário, porque deveria envolver mais a rede pública de saúde.

Desdobramento da audiência pública da Varig

Ministro recebe Porfírio, lideranças e vê caminho aberto na busca de uma solução para a novela

O governo está realmente empenhado em encontrar uma solução rápida para o pessoal da Varig e para os participantes  do Fundo Aerus. “Essa solução pode sair mais rápida do que muitos esperam, pois o caminho nesse sentido  já está aberto”.

Foi o que disse nesta segunda-feira o ministro Carlos Lupi, que recebeu o vereador Pedro Porfírio e os dirigentes das associações de funcionários da Varig, em audiência na Delegacia do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro.

Light tem a ajuda que foi negada à Varig

Previdência: um novo ataque à vista

Bento XVI no Brasil

Uma visita sob o signo da intolerância

Chefe do Estado do Vaticano quer impor sua Lei a um Estado soberano e laico.

Sobre a “sombria tormenta” que abala a igreja católica

Discurso do retrocesso procura encobrir uma crise que é da igreja católica e não dos fiéis.

 

Varig: 80 anos de muita tristeza e vergonha

 

 PEDRO PORFÍRIO PROMOVE A AUDIÊNCIA DA VIRADA

Ministro CARLOS LUPI assume a causa dos trabalhadores e aposentados da Varig e do Aerus

 

O vereador Pedro Porfírio conseguiu uma grande vitória junto com os funcionários e aposentados da Varig com a realização de uma grande audiência pública, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com a presença do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que, ao declarar legítimas as reivindicações dos trabalhadores, comprometeu-se a levar diretamente ao primeiro escalão do governo federal as suas propostas. A posição do pessoal da Varig foi apresentada pelo comandante Elnio Borges e outros colegas. A audiência teve a presença do deputado Paulo Ramos, presidente da CPI da Varig na Assembléia do RJ, dos Secretários do Trabalho do Estado, Alcebíades Sabino, e do município, Wanderley Mariz, que representaram o governador Sérgio Cabral e o Prefeito Cesar Maia.

O ministro Carlos Lupi lembrou que seu compromisso com os trabalhadores e aposentados da Varig  é inspirado em Brizola. Porfírio  disse que nossa luta ganhou um grande aliado e  pediu seu empenho para uma solução de emergência que evite uma tragédia na vida dos variguianos.

A partir dessa audiência, será formada uma grande frente, na tentativa de obter uma solução que assegure o respeito às leis trabalhistas e aos direitos dos aposentados e pensionistas do Aerus.

Leia matéria especial de Bianca Carillo, com fotos de Soraya Brizola.

VARIG

80 anos, um passado de glórias, um presente de injustiças e  um futuro incerto

O que você precisa saber para entender o complô contra a Varig, o Aerus e seus funcionários e aposentados.

Fundada em 7 de maio de 1927 pelo piloto da força aérea alemã Otto Ernst Meyer, a Varig não tem razão para festejar seus 80 anos, nessa que seria a maior proeza de uma companhia aérea brasileira: acenderá suas velinhas em meio à angústia do seu pessoal, o pavor dos seus aposentados e pensionistas e a expectativa pessimista do povo brasileiro, em particular dos 6 milhões de integrantes do seu programa de milhagem.

 

Justiça, novelão da Varig e liminares

Já o caso da Varig virou novelão, apesar  da tragédia que levou à insolvência a maior empresa brasileira de aviação e à demissão sem direitos de seus funcionários, com o desmonte paralelo do fundo de pensão que atende a 9 mil participantes.

STJ abre o caminho para a

recuperação da Varig

A decisão do STJ não deixa dúvida e ainda abre uma grande estrada para o governo reavaliar sua política em relação à aviação comercial, agindo a tempo para preservar a presença de nossa bandeira em aeroportos estrangeiros e impedir que se forme um oligopólio num setor que não pode ser carterlizado sob nenhuma hipótese. LEIA MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 27 DE ABRIL DE 2007

A Varig vale muito e não pode parar

O que penso é que o Brasil não pode abrir mão de profissionais altamente qualificados e nem pode transformar um plano complementar de aposentadoria num mau exemplo de arapuca.LEIA MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 27 DE ABRIL DE 2007

 

Só falta quererem restaurar

 a escravatura

Pelo andar da carruagem, o próximo passo das elites é exigir a restauração da escravatura. Não estou exagerando. Mas a torrente de fúria com que uma certa mídia investiu contra o novo ministro do Trabalho, por ser brizolista e do PDT, demonstra que já há uma conspiração urdida para  confiná-lo,acuá-lo e até derrubá-lo, numa ofensiva sem a menor cerimônia.

 

 O direito da mulher decidir

Pedro Porfírio promove  debate sobre o direito da mulher decidir sobre a gravidez, num evento classificado por Heloneida Studart como o mais importante de que a deputada de seis mandatos participou  a respeito de um "tema que ainda é um verdadeiro tabu".

 

Ainda é tempo de ler PEDRO PORFÍRIO 

O resgate de um mandato:

uma novela sem fim

Já no exercício do mandato, Pedro Porfírio presidiu o seminário sobre os direitos da mulher decidir em relação à gravidez.

Empossado no dia 2 de fevereiro de 2007 como vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sofri a mais brutal violência, quando um desembargador de plantão mandou cassar meu mandato no mesmo dia, em benefício do segundo suplente.  Iniciamos uma batalha judicial através do competente advogado Alexandre Wider, colocado em minha defesa pelo Escritório Siqueira Castro, e com o apoio da direção do PDT, através da advogada Mara Hofans.

Veja o desenrolar dessa violência contra a democracia até o resgate do mandato, no dia 27 de fevereiro, quando o desembargador Camilo Ribeiro Ruliere tornou sem efeito, por abusivo, o ato do seu colega ismênio Pereira Castro. Mesmo no cargo, ainda espero decisão do julgamento do mérito de um mandado de segurança e um agravo de instrumento, usados abusivamente com informações mentirosas para  favorecer o candidato que teve 1020 votos menos do que eu.

Posse e "cassação" por um juiz de plantão no mesmo dia.

Fidelidade partidária sem hipocrisias

Qual o partido que pode exibir o mínimo de coerência e respeito a seus programas e plataformas políticas? Pode-se falar em fidelidade partidária num ambiente de partidos que são controlados de cima para baixo, onde falar em democracia interna é palavrão? Tem autoridade para denunciar o troca-troca de legendas quem sempre abusou das mesmas práticas?

PDT no governo de coalizão:

artigos para reflexão

A participação do PDT no governo Lula, através do seu presidente Carlos Lupi, é analisada em vários artigos.  Brizolista provado, Lupi merece a confiança dos pedetistas e abre a esperança de uma reformulação no governo de coalizão.

Pelo direito da mulher decidir sobre a concepção

Um fantasma ronda o país - o fantasma da “despenalização” do aborto. Todas as forças da hipocrisia e do obscurantismo, da cumplicidade e da corrupção unem-se numa santa aliança para conjurá-la: o discreto cardeal do Rio interrompeu uma representação teatral da paixão de Cristo para pronunciar-se contra; os donos das clínicas ilegais que faturam milhões e os agentes corruptos que nada fazem contra a matança de mulheres nesses “açougues” estão indóceis.

Porque a inércia fala mais alto

Se há uma coisa que me tira o sono nestas noites exageradamente quentes de um verão impiedoso é constatar o domínio da inércia sobre a sociedade humana, em particular, sobre a brasileira.

Idade penal, o bode expiatório que cola

Criou-se um ambiente social de insegurança generalizada e um bode expiatório para encobrir a impunidade generalizada, a incompetência e a cumplicidade.  

 

Os mistérios da Venezuela

“Tudo o que vai acontecer sob o sol tem sua hora e esta é a hora da Revolução. No há espaço na Venezuela para nenhum outro projeto que não seja a Revolução Bolivariana. Esta é a hora do povo bolivariano, do renascer”

Hugo Chávez, falando ontem a dois milhões de venezuelanos  

 

E mais:

Rajadas de Vida, no lugar de  rajadas de morte

O Estado paralelo e a

CPI de cartas marcadas

"O que está ocorrendo é uma verdadeira terceirização da execução das políticas públicas para organizações da sociedade civil, daí descambando para toda sorte de ilícitos administrativos, tais como a burla da exigência de concurso público e de licitações, o uso político-eleitoreiro dos recursos transferidos, o desvio de recursos para enriquecimento ilícito, entre muitos outros", diz a auditoria relatada pelo ministro Marcos Bemquerer Costa, do TCU, segundo matéria de Marta Salomon, na FSP.

 

Sob o signo de Hiroshima

Os americanos ainda vivem sob o signo de Hiroshima e sob os seus impulsos não fazem qualquer restrição aos males que seus governos e seus conglomerados econômicos venham a causar a terceiros. Só não vê isso aqui quem padece do mesmo domínio, sob controle remoto.

Viva Chávez

A existência de um patriota como Hugo Chávez é hoje decisiva para ajudar os países colonizados a se libertarem do secular domínio do mais poderoso. Qualquer coisa que se diga contra ele é uma idiota repetição da propaganda de Washington

O que será do nosso amanhã?

Com toda a pompa de uma vitória irrefutável, o sr. Luiz Inácio não conseguiu sensibilizar mais do que 58.295.042  dos 125.913.479 portadores de títulos eleitorais. Isso quer dizer que ele continua no mando com a delegação direta de menos de 46,30% dos cidadãos-eleitores (contribuintes ou não), algo parecido com sua primeira vitória, em 2002.

Apertem os cintos porque o piloto NÃO sumiu

 

MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 30DE OUTUBRO DE 2006

O Zé estará fora?

Uma coisa é certa: o piloto é o mesmo. Não sumiu e está cheio de si, sentindo-se à vontade para dar as piruetas que quiser. Nada mais confortador do que continuar com a chave do cofre, por delegação do povo, mesmo depois de pilhado em tantas travessuras.Portanto, a partir de hoje, apertem o cinto PORQUE O PILOTO NÃO SUMIU.

 

Segundo turno nas eleições

Um burlesco espetáculo

de polichinelo

 

O segundo turno nas eleições para cargos do Executivo é uma primorosa expressão da hipocrisia democrática. No Brasil, como nos países do Continente que o adotaram, foi típica invenção da engenharia política do sistema e teve como único objetivo travar qualquer possibilidade da ascensão de candidatos incômodos que pudessem ameaçar certo acordo guardado a sete chaves.

 

CANTEI A PEDRA NO DIA 6 DE FEVEREIRO DE 2006

 

A direita psicótica e as privatizações

MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 23 DE OUTUBRO DE 2006

"Se continuar esse bombardeio de e-mails ao gosto da direita jurássica, vou ter muita dificuldade em  votar para desmontar esse esquema da pesada que trai, mas pelo menos  reconhece implicitamente que está do lado errado. E faz alguns acreditarem que ainda é menos ruim (que dilema) do que a outra turma, que quer voltar no bojo da nossa revolta com discursos de nos deixar com a pulga atrás da orelha."

Entrando de gaiato no navio

 

MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 20 DE OUTUBRO DE 2006

 

"E aí o nosso querido Augusto Boal não poderá dizer, com sua aura messiânica, que “que errar faz muito bem à saúde...desde que se aprenda”. Não vai dizer porque em seu lugar todos falarão em uníssono: entramos de gaiato no navio".

 

Para além do jogo Alckmin X Lula

 

“Na universidade americana até hoje todos se lembram de um certo Lula com enorme carinho”

Mário Garnero, “Jogo Duro”, Editora Best Seller, página 131.

Luiz Inácio oferece ao sistema internacional um kit completo, juntando na mesma embalagem políticas ao gosto, juros atrativos, governo fiel, mídia, empresários, “ongs”, “oscips”,  entidades sindicais, estudantis, etc, etc, deixando o Brasil sem ninguém organicamente forte para chiar.

 

Pensando bem, Lula nem pensar!

 

O pior que pode acontecer ao Brasil é a reeleição do sr. Luiz Inácio e de seus companheiros do autodenominado Partido dos Trabalhadores. Digo isso com pureza d`alma, depois de muito matutar, de muito ler, de muito ver e ouvir.

 

Notícias de uma falência mal-contada

O calote

trabalhista

 e suas

 perversas

conseqüências

Quando se fala em moratória da dívida externa, a mídia grita. Mas diante desse calote nos empregados da Varig em nome de sua recuperação financeira, ninguém se toca.

 

Essa ignomínia que não

me sai da cabeça

O grito cidadão que estava parado no ar

 Foram os funcionários da VARIG sim, foram eles que fizeram tudo o que podiam e mais um pouco para conseguir uma forma de viajarmos. Sem salário, com um sorriso nos lábios, atendendo a todos com a máxima cortesia e ouvindo os maiores impropérios de passageiros desavisados e que não estão entendendo o que se passa”.

 

Um crime com todos os

requintes de perversidade

Mais do que um crime pontual contra toda uma corporação, o desenlace do complô que abateu a Varig assume ares de uma grande ameaça: a consumar-se   o calote trabalhista e previdenciário que deixa seus funcionários e aposentados a verem navios, todos nós estaremos expostos  ao mesmo ardil, à mesma punga.

Crônica de uma tragédia aérea

no dia de Santos Dumont

 

Conheça a posição dos Trabalhadores do Grupo Varig diante do leilão e desdobramentos

Que Deus salve a Varig e

o Governo não a abandone

Leia o que PEDRO PORFÍRIO escreveu na TRIBUNA em abril de 2006

Ao contrário do que você possa imaginar, a Varig não é nenhuma empresa moribunda, apesar dos seus 79 anos.  Tem os melhores índices técnicos de operação, incluindo segurança de vôo, pontualidade e qualidade dos serviços.

O governo federal tem OBRIGAÇÃO de salvar a Varig, através de uma intervenção com base no Art. 188 do Código Brasileiro de Aeronáutica e inspirado no inciso VIII do Art. 170 da Constituição. Tem que agir hoje mesmo, por razões de Estado, revertendo o complô contra a aviação brasileira, deflagrado em 1990, quando Collor, a pretexto de abrir mercados externos para a Transbrasil e a Vasp, escancarou nossos céus às mega-empresas estrangeiras.

*Saiba mais sobre a Varig

O caos em terra e as tarifas nas nuvens

Enganaram-se redondamente os que pensaram que o aniquilamento da Varig será um mal restrito à sua inigualável corporação. Erraram nos cálculos os que miraram impatrioticamente no coração da nossa maior companhia de aviação para abatê-la e deixar todos os pousos e decolagens à disposição de ambiciosos concorrentes daqui e dalém mar.

Os abutres da VARIG

são os coveiros

do BRASIL

 

Toda a verdade sobre o complô que montaram para destruir a mais tradicional empresa de aviação do Brasil, com 80 anos de serviços prestados e um pessoal  altamente qualificado. Leia as colunas que Pedro Porfírio escreveu na TRIBUNA DA IMPRENSA:

Para entender o "inferno astral da Varig" e

"Se a Varig parar, aí sim, teremos porque chorar!"

 

Leia artigo do economista Paulo Rabello de Castro sobre a VARIG  publicado em abril de 2006 no jornal O GLOBO

E Mais:

Alberto Dines

Varig: hora de intervir

Só o Poder Executivo está aparelhado para tomar providências urgentes. Uma intervenção breve e imediata evitará a calamidade que se prenuncia. Mesmo que pareça uma estatização. Não há outra saída, danem-se os liberais que viajam de jatinho”. Leia artigo publicado em 16 de junho no site "Último Segundo".

 

 

 

Mais uma privatização-doação enquanto a bola rola na Alemanha

 

Se você quer saber o que seria do Brasil nas mãos do tucano Geraldo Alckmin anote: na manhã fria de quarta-feira, 28 de junho de 2006, enquanto a pátria de chuteiras discutia a vitória sem brilho das nossas estrelas sobre os guerrilheiros de Gana, o governo de São Paulo privatizou a maior companhia de transmissão de energia elétrica do país, lucrativa, que tinha em caixa quase o valor dos R$ 755,6 milhões fixados como seu preço mínimo.

Só não pagam os 16% dos aposentados se não quiserem

Como a aposentadoria não dá, muitos viram camelôs.

Por trás do pagamento antecipado da dívida ao FMI

Leia artigo sério da auditora fiscal Maria Lucia Fattorelli Carneiro, organizadora do livro Auditoria da Dívida Externa: questão de soberania.

 Quebra-quebra na Câmara

 Há, prezado leitor, muita coisa a ser decifrada e uma única certeza: a questão da terra é glicerina pura, devido não apenas ao quadro de concentração de 46% das terras nas mãos de 1% de latifundiários.  Há hoje um elemento explosivo, o “camponês urbano”, que não tem mais espaço na cidade e está de volta com as informações que não tinha quando fugiu da miséria rural.

 

"As funções públicas não podem ser consideradas como sinais de superioridade, nem como recompensa, mas como deveres públicos. Os delitos dos mandatários do povo devem ser severa e agilmente punidos”.

 

Robespierre, na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1793.

Eis o desafio:

E você? Por que não

entra em campo?

 

Ou você toma uma atitude hoje ou ainda vai verter lágrimas de sangue no grande muro das lamentações. É isso. Não há meio termo. Se este país continuar degringolando em mãos de sanguessugas, não tenha dúvida: quem vai pagar a conta é a gente. Você, eu e esses milhões de adolescentes sem futuro, entorpecidos por uma alienação cientificamente inoculada.

O tráfico de meninos na penumbra

de uma copa de “estrangeiros”

    O negócio está tão deprimente que há várias empresas espalhando “books” de garotos brasileiros na Europa. Agora mesmo, a “Pro-Foot” aproveitou a ida à Suíça dos meninos do Fluminense, ao qual está ligada, e saiu mostrando nossos “produtos para exportação”.  LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO COM NÚMEROS INCONTESTÁVEIS.

Pedro Porfírio mostra como o futebol é explorado de todos os lados, principalmente pelos governantes. Ele diz, sem que se possa negar uma palavra: "O futebol é a nossa guerra santa e pronto". Magnífico.

Hélio Fernandes comenta a

 coluna de Porfírio: "magnífica"

Leia outras matérias a respeito citadas na coluna de Porfírio

 

Pode deixar:

Nossos olhos agora só vêem

 os campos da Alemanha

 

Violência:

 Prefiro falar do complô contra o ensino público

Se houve uma força política que usou de toda a sua capilaridade e de todos os artifícios para torpedear o projeto de priorização da educação pública de qualidade, essa força foi o PT.O Partido dos Trabalhadores de Lula chegou a ser mais radical do que as elites conservadoras no boicote aos CIEPs implantados por Brizola e Darcy Ribeiro.

O Hugo Chávez que

Bush & Cia não engolem

 

Um fantasma ronda o continente - o fantasma de Hugo Chávez. A velha potência está em pânico: George Bush já não dorme direito. Porter Goss, o chefe da poderosa CIA, cai em desgraça e dá a vez ao general Michael Hayden, que espionou seus próprios compatriotas; a protegê-lo o inescrupuloso embaixador John Negroponte, que controla as 16 agências de espionagem e serviços sujos dos Estados Unidos.
Ambos terão, entre outras missões, minar o governo do coronel que é visto como mais perigoso do que Fidel Castro, patinho feio há 47 anos, e que deixou mal na fita o nosso príncipe operário, arremedo de Tony Blair destas plagas.

 

E mais: deu no GLOBO:

América Latina na mira da CIA

Ainda sobre a a histeria que esconde a verdade sobre a nacionalização do gás boliviano

 

Segundo o especialista Edmar Fagundes Almeida, do Grupo de Economia de Energia da UFRJ, o gás que a Bolívia vende hoje por 3 dólares e 38 cents,  o milhão de BTU, chega ao consumidor final, em São Paulo, a 35 dólares esse mesmo milhão de BTU.

Quando o presidente Luiz Inácio diz que é possível poupar o consumidor do aumento dos preços nos campos produtores não está fazendo demagogia, nem sacrificando a nossa  Petrobrás.  Basta acabar com a farra na intermediação, fonte de tudo, de tudo e de mais alguma coisa. Leia a coluna de PEDRO PORFÍRIO.

 

Para além  da histeria sobre a

nacionalização do gás na Bolívia

A companhia brasileira Petrobrás importa 26 milhões de metros cúbicos de gás boliviano por dia, que lhe custam US$ 3,38 para cada milhão de BTU (iniciais de British Thermal Unit, unidade internacional de referência), enquanto o gás vale três vezes mais na Califórnia. Os bolivianos pretendem aumentar este preço de venda para US$ 5 o milhão de BTU”

Paulo Paranaguá, Le Monde, 6 de maio de 2006           

 

Bolívia: eu prefiro ficar com a verdade

 

As multinacionais do petróleo estão negociando porque sabem que, mesmo aumentando seu pagamento à Bolívia, ainda estão fazendo um bom negócio.

Já para o povo boliviano, a decisão de Evo Morales, que cumpriu ao pé da letra promessa de campanha,  a nova tributação ajudará muito à recuperação de sua economia: Na década de 90, a Bolívia obtinha com a exploração de gás US$ 140 milhões. Com a nova lei, aprovada em maio de 2005 pelo Congresso, sob pressão popular, elevou sua arrecadação  para US$ 460 milhões. Agora, terá uma remuneração de  US$ 780 milhões por ano.

Quem quiser que fique fazendo jogo de cena e politicagem. Eu prefiro ficar com a verdade.

 

 

TUDO SOBRE A NACIONALIZAÇÃO

 DO GÁS NA BOLÍVIA

Saiba mais

Petroleira revela manobras de FHC para favorecer multinacionais

Professor analisa todo o processo que precedeu a medida

Primeira análise, de 1998, sobre o projeto do gasoduto


 

O petróleo como lastro do dólar

 

O dólar trocado pelo euro levou à invasão do Iraque e à próxima agressão ao Irã. Saiba porque, conhecendo toda a história do petróleo como lastro da moeda americana.

 

Tiradentes pagou por ser o inconfidente sem posses e sonhador

 

Com essa oposição, Lula fica o quanto quiser 

 

A história se repete:

um relato sobre a falência da Panair, imposta pela ditadura

 

O marketing do pânico com a gripe aviária para encher as burras do secretário de Bush

     Se eu disser que jogaram pesado com essa história de pandemia de gripe aviária só para multiplicar as vendas do “Tamiflu” e, com isso, encher as burras de Donald  Rumsfeld, o poderoso secretário de Defesa dos Estados Unidos, você vai achar o quê?

Pressionado pelo lobby do pânico, o governo brasileiro anunciou a intenção

 

 de comprar o equivalente a 9 milhões de unidades do Tamiflu, suficiente para atender 5% da população do país. Isso representaria quase R$ 200 milhões, mas a Roche só entregaria em 2007.

Receita desmente quebra de sigilo de 6 mil pessoas

Cearenses de todo o

mundo, uni-vos

Quero convocar os cearenses de todo o mundo para que tomem uma atitude. O nosso Estado tem hoje um dos melhores governadores de toda a sua história, o médico Lúcio Alcântara. E, no entanto, por conta dessas ignomínias rotineiras da política sem escrúpulos, quase foi obrigado a abrir mão do direito natural de disputar a reeleição.

 

No Ceará, como na adolescência de todos os sonhos

 

Há uma semana, inspirado numa nota do Hélio Fernandes, e inflado por sua manifestação pública sobre meu escrito de segunda-feira passada,  estou pensando e repensando o Ceará como se ainda estivesse lá, na minha adolescência de sonhos.

 

Ângela baila, Palocci dança,  mas a política   colonial continua intocável

    

O DIA QUE OS TUCANOS QUEBRARAM OS SIGILOS DE DEPUTADOS QUE DEVIAM AO BANCO DO BRASIL

 

NOSSO HOMEM-BOMBA

 

Eu sempre disse: um dia a casa cai. Só não imaginava que fosse logo o caseiro quem a derrubaria.

Sigilo do caseiro: um Watergate com a cara de Brasília

A pressão sobre o caseiro, com licença da má palavra, é uma prática nazista. É uma agressão explícita aos direitos civis, com o único objetivo de livrar a cara de quem realmente já não sabe com que cara vai chegar em casa, como explicar o batom na mala aos contribuintes.
Isso é, segundo a minha própria teoria da conspiração, um sintoma grave de um estado sem escrúpulos, embrião de uma ditadura que pode recorrer a qualquer violação da Lei, calçada na premissa autoritária de que “os fins justificam os meios”.  LEIA COLUNA DO PORFÍRIO

Um vexame de cartas marcadas

Trocando em miúdos: os senadores interromperam o depoimento do caseiro Francenildo Costa porque quiseram. Estou convencido de que os próprios senadores do PFL e do PSDB, que fizeram aquela encenação toda, viram que o caseiro poderia tornar a permanência do Palocci no ministério da Fazenda impossível.

 

O que você queria? Não podia

ser o Serra e pronto

Minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 17 de março de 2006

 

Na minha coluna de 6 de fevereiro passado escrevi com todas as letras: “Serra, que é tucano, mas tem recaídas patrióticas e possibilidades de ir para o confronto de igual para igual, deverá ser sacrificado em favor de Alckmin”.

Ou se faz uma faxina para valer ou ficará tudo como dantes

Se eu disser que a quase totalidade dos nossos atuais deputados federais estão mortos, estarei sonhando. Neste país ensolarado já se esperou corretivos semelhantes, em outras épocas, e tal não aconteceu.
Mas esses parlamentares passaram de todos os limites imagináveis. E não foi só agora, que estão mergulhados numa operação de auto-salvamento corporativo, mediante acordos que não se limitam a livrar a cara de uns e de outros. Leia coluna de Pedro Porfírio na TRIBUNA de 13 de março de 2006.

Vamos rezar, porque a

Vila Isabel deu samba

Peço suas orações para ajudar o Brasil numa situação absolutamente urgente. Sabe o quê?
É a possibilidade da venda de 36 petroleiros brasileiros para a Venezuela. Se você não está sabendo, o sr. George W. Bush já sabe. Assim como ele meteu a colher para tirar o doce da boca da Embraer, que venderia 36 aviões Super-Tucanos às Forças Armadas venezuelanas, é bem provável que ele ponha seus "assassinos econômicos" em ação para dar uma rasteira nos estaleiros brasileiros, só para contrariar o invencível presidente Hugo Chávez. Leia coluna de Porfírio na TRIBUNA, dia 10 de março de 2006.

 

O povo é ‘governista”. O governo é que não é “povista”

  Historicamente, os povos, e não só o brasileiro, demoram a cair a ficha. O nosso, então, como estou cansado de dizer e repetir, é atavicamente governista. Os governos é que não são “povistas”. Leia minha coluna na TRIBUNA  DA IMPRENSA de 3 de março de 2006.

Vila Isabel, para além da

Marquês de Sapucaí

 

O fenômeno e a transcendência do vitorioso enredo da Escola de Samba de Vila Isabel, para além dos limites da Marquês de Sapucaí e de todo o seu cenário visível me levaram a uma profunda  revisão de tudo o que pensava até agora, em função de uma crítica objetiva da grande festa popular.

Leia coluna de Pedro Porfírio de 3 de março de 2006

Eu bem que queria falar do carnaval, mas e Abu Ghraib?

Leia  coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 24 de fevereiro de 2006

Manifesto contra as atrocidades dos EUA

 

 Leia matéria da revista alemã DER SPIEFER  

O que está acontecendo no Iraque passa de todos os limites razoáveis.
O governo dos EUA agride, ofende e tripudia sobre todas as leis da humanidade. Comete crimes jamais imaginados até mesmo pelos antigos nazistas. Não há precedentes.
E a gente não vai fazer nada?
Vamos esperar que cheguem aqui, quando decidirem pôr a mão na Amazônia e retomarem suas práticas imorais de intervenção direta, da qual, certamente, essa turma que está aí em Brasília morre de medo? Não.

Norte-americanos escandalizam o mundo  com torturas inimagináveis

 

Tv australiana mostrou novas fotos da prisão iraquiana

Você não tem o direito de dizer que não tem nada com isso só porque não há ninguém de sua estima sofrendo tais atrocidades. Nem pode admitir tanta tortura e saque das riquezas do Iraque em nome do que teria acontecido antes ou por conta da resistência de hoje.O governo dos EUA agride, ofende e tripudia sobre todas as leis da humanidade. Comete crimes jamais imaginados. Leia o manifesto. E mande seu comentário.

 

 

PREPARE SEU CORAÇÃO!

Veja dois filmes que mostram toda a monstruosidade dos invasores norte-americanos no Iraque:

 http://www.bushflash.com/pl_lo.html   e http://www.whatreallyhappened.com/apachevideo.html

Saiba mais, lendo a tradução da matéria sobre o "apache"


Cotas na Universidade: falam os professores daqui e de lá

Dediquei minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 20 de fevereiro de 2006 a comentários enviados por três professores: o escritor Moniz Bandeira, que vive atualmente na Alemanha; o professor de física Sérgio Monteiro está há 33 anos nos Estados unidos e o professor Renato de Oliveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é professor visitante da Universidade Aberta da Catalunha, na Espanha.

Veja todas as opiniões

Opine você também

"O sistema de cotas é outro contrabando fabricado nos Estados Unidos. Há muito tempo a Ford Foundation tentava introduzi-lo e finalmente o conseguiu com Cristóvão Buarque e seus sucessores mantiveram" - Moniz Bandeira, escritor e professor aposentado da Universidade de Brasília. Atualmente, reside na Alemanha.

 

"Mas de uma forma ou de outra, quer que se considere a mistura forçada (o acesso garantido por cotas) como o fator principal ou não, qualquer analista americano que olhe o problema americano reconhecerá que a “mistura forçada” contribuiu para o desmoronamento do sistema de ensino nos Estados Unidos" -  Professor Sérgio Monteiro, brasileiro radicado há 33 anos nos Estados Unidos, onde se aposentou como docente de física na Universidade de Los Angeles.

“Na realidade, sob o cínico argumento da inclusão social, o que o governo está fazendo é uma administração da exclusão, sob risco de desencadear um racismo ativo nas universidades, o que hoje manifestamente não existe"- Professor Renato de Oliveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor Visitante na Universidade Aberta da Catalunha, Espanha.

 Leia também o que os nossos parceiros escreveram a respeito da questão das cotas na universidade.

Cotas raciais: por que não nas casas legislativas?

Já que acham simples arrombar uma janela na Universidade para resgatar “uma dívida histórica” com os “afrodescendentes”  deputados, incluindo aquele “russo” do PT gaúcho, não param de hipocrisias eleitoreiras e não aproveitam a onda para estabelecer cotas também nos legislativos, que deveriam refletir proporcionalmente o nosso universo social? Leia coluna de PEDRO PORFÍRIO na TRIBUNA DA IMPRENSA do dia 17 de fevereiro.

Cotas na Universidade, mais um contrabando “made in USA”

Você acredita mesmo que a reserva de vagas para “afrodescendentes” e descentes de índios é uma medida honesta que reduzirá desigualdades sociais e não comprometerá nem a qualidade da Universidade nem os princípios constitucionais pétreos que asseguram direitos iguais, independente de raça, cor ou credo? Pois eu diria, antes de me aprofundar na matéria, que, paradoxalmente, não há  proposta mais racista do que a fixação de cotas. E mais: tal medida só serve à grande conspiração contra o ensino público, já vitoriosa nos primeiros graus, num retrocesso irresponsável.Essa política de cotas para negros, batizada de “ação afirmativa”  é mais um contrabando “made in USA”.

 Leia Coluna de Porfírio

 e as opiniões a respeito. 

 

 

Para os mineiros, o publicitário  é malinha perto de Dimas Toledo, o diretor de Furnas que contou a Jefferson sobre o esquema de desvio de R$ 3 milhões mensais na estatal”.Esse comentário foi escrito pela colunista Márcia Petier, do JORNAL DO BRASIL, em julho de 2005, quando de sua demissão, juntamente com outros dois diretores, da estatal, para a qual fora nomeado por FHC e estranhamente mantido por Lula, o que acarretou seu primeiro arranca-rabo com Itamar Franco. Ele foi afastado depois do explosivo depoimento do ex-deputado Roberto Jefferson, que parecia saber ainda pouco sobre o montante do Caixa 2 que teria sido movimentado por esta figura que agora vai depor na CPI dos CORREIOS.  Veja nossa primeira matéria a respeito.

A palavra de ordem do sistema é:
Abram alas para Lula e queimem quem o ameace!

Substrato de todos os sofrimentos da ralé, o companheiro Lula (Com Bush na foto), pau-de-arara, operário e delirante corintiano, converteu-se na fórmula mais aperfeiçoada dos cibernéticos  laboratórios  do sistema. Sob seu reinado, o proletariado sublima o pão que o diabo amassou, o lumpesinato farta-se com as sobras do banquete e as elites eufóricas estouram a champanha todo fim de expediente.  Clique e Leia.

         A culpa é do Supremo?                          Ora, não me venham com potocas

  Pois eu acho que estão querendo cobrar do Supremo uma conta que não lhe diz respeito. E não é por acaso. Nesse universo de deputados e senadores vulneráveis, é preciso inventar um estratagema para manter as aparências. Clique e lei

             Recolhidos aos seus                               que os pobres perderam a paciência

O que é que você quer? Quando o Lula promove o trem da alegria dos grandes latifundiários, ninguém noticia, sonega-se mais essa ao povo. De que estou falando? Clique e leia

Aposentadoria quando Deus quiser

Especialistas afirmam que a aplicação do fator previdenciário atinge, principalmente, as mulheres e trabalhadores mais pobres e menos especializados. 

Cadastro de devedor gera indenizações

Bancos são condenados na Justiça por enviarem, irregularmente, nomes de clientes para listas de maus pagadores.

Paraguai-EUA: irresponsabilidade e aventureirismo

Estudo sério do professor MONIZ BANDEIRA revela as manobras dos Estados Unidos na América do Sul

Francês propôs na OMC a gestão coletiva da Amazônia

A proposta de Lamy foi feita na conferência para diplomatas e especialistas na sede da Organização das Nações Unidas (ONU). Para ele, as florestas tropicais devem ser tratadas como bens públicos mundiais.

operabufa.uol.com.br/default.asp?sid=4 - 15k

BRASIL - Aumento de 550% no transporte de energia congela investimentos

O pedágio pago pela indústria às concessionárias de energia elétrica pelo uso de sua infra-estrutura subiu 549% nos últimos seis anos, já descontada a inflação do período.

Saiba mais sobre os Descaminhos  do setor elétrico

Quando minha conta de luz chegar, eu pagarei à Light um valor que tem como base aqueles R$ 150,00 que ela contratou da Norte Fluminense, ou seja, de si mesma. A Norte Fluminense, que permaneceu desligada, repassará R$ 18,00 a Furnas, que produziu a energia.

Uma guerra esquecida 

    Quase 4 milhões de pessoas já morreram na guerra da República Democrática do Congo, afirmou um artigo publicado recentemente no jornal de medicina 'Lancet'.

A manipulação dos  indígenas brasileiros

A indústria dos guetos indígenas não pode admitir em hipótese alguma qualquer coisa que supere a barreira erguida por interesses altamente suspeitos, com base nas quais os índios não fazem parte da nação brasileira.  São à parte. São povos indígenas.

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

CPI do aborto da Câmara carioca elege Pedro Porfírio presidente e começa seus trabalhos